





E, no fim, ganha a melhor equipa! Ganha o futebol! Perdem os catennacios, perdem os treinadores que querem fazer dos CM's e dos FM's a essência do futebol, robotizando os jogadores, reduzindo a beleza do futebol à táctica!E qual é esse factor X? O calendário das competições europeias! O mesmo calendário que os prejudica severamente a partir de meados de Novembro, altura em que as suas provas nacionais chegam ao seu término, após desgastantes meses de competição, obrigando as equipas russas que participam nas competições europeias, seja na Champions ou na fase de grupos da Uefa, a competir contra os seus adversários europeus de forma desigual. Alguém está a ver o FCP a jogar dentro de 15 dias o 5º jogo da fase de grupos da Champions e daqui a um mês o último jogo, que pode decidir se segue para os 1/8f da prova, ou para os 16/avos da Uefa ou o fim do ciclo? Nem mais, para os russos a pior fase das competições europeias é precisamente quando os restantes adversários europeus estão perto do seu auge! Sobreviver a esse momento, algo raramente observado, é o objectivo! Depois, como se viu em 2005 pelo CSKA e este ano com o Zenit, o factor vira a seu favor. A eliminatória de Fevereiro ainda é realizada no final da pré-epoca russa, mas saindo vencedora dessa etapa há que encarar com grande respeito qualquer equipa russa que surja nessa altura ainda em competição. Alguém acredita que este Zenit golearia o Bayern por 4-0 em Setembro? Outubro? Novembro? Dezembro? Pois se a passagem da fase de grupos da Uefa foi somente conseguida no último lugar de apuramento... e à rasquinha...
Mas nada como seguir a carreira do Zenit nesta epopeia até à final para observar esta teoria. Começaram por jogar a última pré-eliminatória de acesso à Taça Uefa, sinal que Portugal ainda tem atrás de si, no ranking europeu, mais um País capaz de o ultrapassar. Nessa eliminatória superaram os eslovacos do do Zlaté Moravce, duas vitórias, 5-0 no total dos golos. Seguiu-se o Standard de Liege, equipa belga (quem diria, mais de duas decadas após o seu último titulo acabariam por se sagrar campeões belgas, parabéns ao Michel Preud'Homme!) cilindrada em Moscovo com 3-0, num jogo disputado em finais de Setembro de 2007. A partir daqui confirma-se tudo o que atrás escrevi: nos próximos 5 jogos, disputados entre 4 de Outubro (segunda mao frente aos belgas) e 5 de Dezembro (ultimo jogo da fase de grupos frente ao Everton) a equipa russa somente ganhou um, e frente a uns mediocres gregos do Larissa, bombos da festa do grupo! Ou seja, quando já tinham nas pernas 8 meses de competição e, mesmo perante adversários europeus claramente inferiores ao Bayern Munique, por exemplo, o Zenit não evidenciou qualquer sinal que levasse um apostador a colocar um euro nas suas hipoteses de levantar o troféu!
Dos jogadores russos destinados ao sucesso, dois se destacam: Pogrbnyak, o goleador, que falhou a final por ter miolos de canário e Arshavin, o estratega, capaz de finalizar com acerto mas sobretudo dotado de excelente visão de jogo, como ficou provado no golo de Denysov. Um portento que dará que falar, recordando-me Cherbakov. Espero que tenha mais sorte, porque o talento dele merece ser apreciado por todos os que apreciam o futebol.
O major João Ferreira será o segundo comandante da Unidade de Engenharia 4 da Brigada de Intervenção do Exército, que parte para o Líbano... No dia que serviu para apresentar, em Vila Real, todo o aprontamento da operação no Líbano, João Ferreira não se coibiu de comparar as duas actividades que exerce. 'Há algumas semelhanças no que diz respeito à nossa preparação e formação. Julgo até que a parte militar tem servido como mais-valia na arbitragem. Ajuda a controlar o stress e a ansiedade', refere, acrescentando que PedroHenriques, também árbitro e militar, partilha da mesma opinião...
Contudo, o mediatismo como árbitro de futebol já lhe valeu algumas brincadeiras entre os seus camaradas de armas. 'Por vezes dão as suas dicas sobre jogos que apito. Cada um tem o seu clube, logo têm diferentes análises para as partidas que envolvem as suas equipas', diz João Ferreira, que espera que a ausênciade seis meses noLíbano não prejudique a sua carreira na arbitragem: 'Quando regressar, terei de recuperar os níveis físicos e técnicos. Como sou internacional, não corro o risco de descer de categoria, mas tenho confiança de que as exibições não reflictam a minha ausência.'
Será esta uma ausência militar? Ou fará parte de uma "estratégia"????
Bem... falemos então da missão Portuguesa para o Europeu.
Aqui fica a lista dos guerreiros:
Fonte: Publico, CM, Ojogo...