terça-feira, 6 de novembro de 2007
3 golos para a estória e para a história!
Maradona ... Mexico 86
Messi ... Taça do Rei
Tarik ... Champions League
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
A jornada...
Juntando uma metade com tempero a outra sem sal, o FC Porto, de penálti, acabou por combinar os ingredientes na medida exacta de um recorde: garantiu a sétima vitória consecutiva, o que equivale a um começo de campeonato avassalador.
A equipa encarnada voltou ontem aos triunfos, em Leiria, e aliviou a pressão que ameaçava tornar-se insuportável, depois de cinco jogos sem ganhar - dois empates no Campeonato, um na Taça da Liga e duas derrotas na "Champions".
O russo entrou em campo para a segunda parte anteontem, na recepção ao Guimarães, e do seu certeiro pé direito saíram os primeiros dois dos três golos com que os leões conseguiram superar uma turma vimaranense briosa, que chegou a manietar o anfitrião na primeira metade do encontro...
Fonte: Ojogo
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
A jornada e os bastidores duma tal transferência ... !!!
José António Camacho relativizou o atraso pontual do benfica para o líder isolado FC Porto, acentuado com o empate encarnado em Braga e com o triunfo portista em Paços de Ferreira. "Podemos acabar a jornada com seis pontos de atraso, o Porto tem ganho os últimos jogos, mas isso não me preocupa. Só me preocupa a minha equipa. A distância não me preocupa, porque ainda falta muito campeonato.
Será que ele sabe de algo que nós não sabemos?
De acordo com informações recolhidas pelo JN, a investigação, tutelada pelo DIAP do MP de Lisboa, averiguou cinco parcelas do negócio que envolveu o actual líder do benfica e ex-dirigente do Alverca a aquisição, em Fevereiro de 1999, de Mantorras ao clube angolano, pelo empresário Jorge Manuel Mendes; a posterior cedência de 60% a Vieira, em nome pessoal; a alegada cessão, na mesma data, dessa posição contratual ao Alverca; a venda de 50% do passe do Alverca ao Benfica; e a aquisição, por parte do Alverca, dos restantes 50% do passe ao empresário Mendes. Neste cenário, a investigação não averiguou o destino do dinheiro pago sobre Mantorras após entrar nos cofres do Alverca.
A PJ deparou-se com falta de documentos e comprovativos de pagamentos referentes à aquisição ao clube angolano. Isto é, não foram encontradas provas de que Vieira tenha pago os 60% do passe de Mantorras, nem de contrapartidas recebidas pelo então dirigente ribatejano da cedência gratuita dos direitos do jogador ao clube.
Este documento, cuja data de Fevereiro de 1999 as autoridades colocam em dúvida, fez parte da justificação de Luís Filipe Vieira no que toca ao argumento de que nada ganhou pessoalmente com os negócios. Mas, apesar desta dúvida, e das suspeitas de tal documento ter sido eventualmente "fabricado" posteriormente a essa data, a investigação não reuniu provas de fluxos e ganhos financeiros na esfera pessoal de Vieira. Para o arquivamento do caso, contribuíram ainda as palavras de Manuel Vilarinho, então líder do benfica, segundo as quais Vieira era gestor do futebol encarnado, mas não terá negociado Mantorras.
Uma outra parte suspeita do negócio teve a ver com a aquisição, em Maio de 2001, por parte do Alverca, a Jorge Manuel Mendes, dos restantes 50% do passe de Mantorras, por 1,6 milhões de euros. A PJ recebeu documentos anónimos referentes a contratos que iriam ser efectuados através de duas empresas "off-shore" com vista ao pagamento daquela verba a Mendes. Só que os pagamentos acabaram por ser efectuados entre o Alverca e a PGD, firma do empresário, tendo este, posteriormente, transferido parte importante do dinheiro para uma outra conta de um "paraíso fiscal", referente a uma firma de nome "Almond". Uma parcela deste dinheiro foi transferida para duas outras "off-shores". Esta parte da investigação não foi aprofundada, havendo dúvidas quanto à identidade dos beneficiários.»
