Redes Social

sábado, 17 de janeiro de 2015

Os Lampiões insulares…

image

A pergunta que se coloca é: E tu Carlos Pereira, vais deixar de lado o teu benfiquismo??????

VARREDOR PRECISA-SE

A Federação Portuguesa de Futebol celebrou o primeiro centenário com uma gala em que premiou os que, em seu entender, mais se distinguiram. E o em seu entender deve ser sublinhado, porque honrando uma das mais fortes tradições da instituição, o FC Porto, os seus atletas, treinadores ou dirigentes têm para a federação um valor muito abaixo da realidade e do que os desempenhos e resultados demonstram.

Ser juiz em causa própria pode desfocar um pouco a realidade e até por isso nem vamos perder muito tempo por a FPF, certamente por lamentável esquecimento, ter passado ao lado do facto do dirigente mais titulado da história do futebol mundial ser presidente do clube português que mais troféus conquistou, o clube português que mais troféus internacionais trouxe para a federação.

O que nos intriga verdadeiramente é a incompreensível e inaceitável ausência de qualquer referência a José Maria Pedroto. Se há treinador na história do futebol português que não pode ser esquecido é José Maria Pedroto, pela revolução que provocou, pelas barreiras que ajudou a derrubar, mas também por ter sido o primeiro treinador a conquistar um título internacional para a federação, quando em 1961 levou a selecção de juniores ao título europeu.

Quando os prémios são atribuídos com base em votações online todos nós percebemos como tudo o que não é de agora tende a ser esquecido, mas foi a própria federação que fez questão de esclarecer que havia prémios decididos pela Direcção da FPF, pela Comissão Organizadora, pelos Media e até pelo presidente da federação, o que torna tudo ainda mais intrigante.

Mas será que o nosso portismo desfoca assim tanto a realidade e afinal José Maria Pedroto não foi assim tão importante? Respondem Vítor Serpa, director de “A Bola” e Manuel Sérgio, professor universitário, que não são propriamente conhecidos pela simpatia para com o nosso clube: “Pedroto tem razão para além do tempo, é isso que marca a diferença. Nos tempos de hoje seria da dimensão de Mourinho”, disse Vítor Serpa, no final da tertúlia organizada na semana passado pelo ISMAI (Instituto Universitário da Maia), que assinalou os 30 anos da morte de José Maria Pedroto. “Pedroto e Pinto da Costa fizeram a maior revolução que alguma vez assisti, não no futebol português, mas no desporto nacional”, afirmou Manuel Sérgio.

Que fique registado para memória futura, um século de hostilidade da federação e dos seus dirigentes não impediu o FC Porto de ser o clube português com mais troféus e, de longe, o clube português com mais troféus internacionais. Desde José Maria Pedroto que os adeptos do FC Porto sabem bem que é assim e que assim continuará a ser, mas todos nós permaneceremos vigilantes e prontos para denunciar estes branqueamentos da história. Ou como dizia um dos premiados, “é preciso varrer a porcaria que há na federação”.

In FCPorto.pt

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A superformação e academia do Sportem!!!

Desde que a direcção de Bruno “badaró” de Carvalho assumiu o comando dos leões, que a formação passou a ser medíocre. O trabalho de Virgílio (quem é este gajo?) tem fragilizado muito aquela que era a jóia da coroa do Sporting. O que é uma má noticia para o futebol português, já que os verde de brancos são dos poucos clubes a darem espaço aos elementos da formação no futebol sénior (algo que deverá mudar no futuro, considerando a pouca qualidade dos jovens e a actual política de contratações, em massa, da dupla Inácio-Bruno “badaró” de Carvalho).
Depois dos Juniores terem sido humilhados na Liga dos Campeões. A equipa de Juvenis do Sporting deu continuidade ao descalabro na Academia de Alcochete e falhou a passagem à 2.ª fase do campeonato nacional da categoria. É a 1.ª vez na história do clube leonino que os leões ficam por esta fase das provas nacionais. Mérito para a Real Massamá (esse colosso mundial!!), que continua a dar a cartas na formação e, apesar da qualidades dos adversários da Série D, acompanha o Benfica para a próxima fase. Quanto aos Juvenis do Sporting resta agora a luta pela manutenção.

600

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O Triunfo dos Asininos


Escrever com 39,5° de febre pode não ser a melhor das ideias, mas estou farto de estar deitado na cama sem nada para fazer e passou – me esta ideia pela cabeça: isto hoje ou sai alucinado ou sai iluminado. Aqui ficam os meus pensamentos sobre o que de relevante sucedeu desde a passada segunda-feira. Note-se, por favor, que existem diferenças entre os diferentes intervenientes, embora todos sejam asininos, não são todos burros: temos de tudo, como se vê na foto: de burro a jumento, de mula a asno. Siga a festa.



Cristiano Ronaldo voltou a vencer o prémio de melhor jogador do mundo. Com este troféu são já 3. Lionel Messi leva 4. Nos últimos 7 anos só tivemos estes dois sujeitos. Se a malta que vota no futebol fosse a mesma que atribui os oscares, teríamos por esta altura a Meryl Streep a receber a sua 20º estatueta dourada e o Al Pacino a sua 15ª. E porque não, diriam os puristas? Realmente, porque não, são seguramente melhores actores do que muitos que nas últimas duas décadas têm ganho a tão ambicionada estatueta e que só se destacaram por um filme que lhes valeu a glória. Mas, pergunto eu: não é esse o objectivo do prémio? Consagrar aquele que no ano findo realmente se destacou, mesmo que não seja o melhor somando o seu CV? A Academia de Hollywood pensa assim. E pensa bem. O circo de treinadores, capitães e jornaleiros pensa diferente. Ou nem pensa, muito provavelmente. Só assim temos nos últimos 15 anos futebolistas geniais como Del Piero, Bergkamp, Henry, Raul, Scholes, Xavi, Robben, Nedved, Mueller, Seedorf, Drogba, Yaya Toure, Iniesta, Ibrahimovic, Buffon, Pirlo, Maldini, Etoo, assim de repente surgem-me estes 18 nomes de extraordinários atletas que, seguramente, ao longo das respectivas carreiras, tiveram pelo menos um ano notável, um ano excepcional, que lhes poderia valer a distinção. Mas a culpa já vem detrás, com as tripletas de Ronaldo e Zidane, como se o desporto rei do planeta tivesse apenas um fenomenal atleta e milhares de subalternos. Ainda bem que ganhou Cristiano Ronaldo, apenas e só porque se não fosse ele seria o vomitador argentino, e isso seria ainda mais inconcebível, para pouca vergonha já bastou o titulo de melhor jogador do mundial que lhe atribuíram, pelos vistos ainda houve quem pensasse que merecia nova distinção. E um dos que assim pensaram foi um sujeito a quem muitos carinhosamente chamam de bicho. Eu não sei a que bicho se referem concretamente, mas depois de ver a respectiva votação só posso desconfiar de dois: ou jumento ou asno. Qual é Jorge Costa?

Adiante. O Benfica foi a Cabo Verde em missão de solidariedade. Parece que em Portugal não há já mais de um milhão de portugueses efectivamente a viver em pobreza, em alguns casos extrema. Provavelmente a escumalha de vermelho poderia ter saído do seu estádio e percorrido menos de 1000 metros até encontrar gente, benfiquista, a passar fome e a precisar de ajuda e emprego. Mas não, em Africa precisam da Fundação Benfica. Quando era miúdo ouvia muitas vezes dizer que OMO lavava mais branco mas desconfio que nos tempos que correm quem lava mais branco, ou mais branca como preferirem, é África. LFV, há mais de uma década a fazer de burro 6 milhões de lampiões. E a enriquecer fortemente pelo meio. Seria de pensar que as mulas da cooperativa estariam em vias de extinção mas por cá não faltam e adoram vermelho...

Para fim de festa fica o K. O K perdeu o seu espaço, o espaço K. Não sei há quanto tempo o espaço K tinha desaparecido do museu mas deduzo que nem no museu o queriam ver quanto mais ao vivo e a cores. A cores é como quem diz, a preto. E a branco quando sorri. Foi recambiado para o Brasil, e só volta lá para o fim do ano, se voltar. Não serviu de muito ao K ter-se armado em palerma e fingido ser mais adepto do clube que o mais tontinho dos adeptos, nem ter torcido em finais europeias contra o arqui rival e festejado essas derrotas. O K aprendeu (duvido, mas deixem-me sonhar) uma lição: o que um adepto de futebol quer, acima de tudo, dos seus jogadores, é golos e exibições. Se gostam de tomar no cu ou andam a fazer campanha pelo bloco de esquerda, mesmo que isso provoque hemorroides cerebrais em 90% deles, tudo estará perdoado. Agora um jogador que não se esforce, por muito adepto que seja, nunca será desejado. O K foi-se. Ficou na memória um golo. O do último titulo. O que eu desejo ao K, é apenas e só isto: que daqui a 20 anos ainda te entrevistem sobre esse golo, por corresponder ao ultimo titulo nacional do clube.


PS:


Não posso deixar passar em claro o urro, qual mula com cio, do CR7. Meu caro Ronaldo, que em 10 anos não tenhas ainda conseguido ganhar à vontade perante centenas de pessoas num auditório e perante a ideia de milhões a ver-te e a escutar-te via tv, ok, eu compreendo. Nem todos temos naturalidade e encanto para sermos prima donnas das tvs e rádios piratas. Mas entre a falta de naturalidade e a idiotice a distância ainda é grande. Já não tens 20 anos para zurrares ao vivo e a cores. Se querias acrescentar algo mais ao teu discurso oco e habitual, ainda mais chato que ouvir a besta que representa os profs e stores tugas, bem, que tal isto: “Je Suis Charlie”. Sim, eu sei, quem tem cu tem medo, mas lá que exibirias um par de tomates que impressionaria a Irina que estaria aquela hora a fazer sabe Deus o quê, lá isso impressionaria. Ou então uma palavrinha para as dezenas de crianças assassinadas no Paquistão apenas por irem à escola. Ou em relação às meninas-bomba que são a moda por estes dias na Nigéria. Sei lá, qualquer coisinha menos repetir os mesmos discursos, para ouvir palermas a dizer palermices já temos o partido dos comunas e filiais adjacentes, tinhas um microfone aberto para o Mundo e o melhor que conseguiste fazer foi o mesmo que um caloiro: Yó Yó. Deus te conserve esses pezinhos por muito tempo, com a boca não vamos lá…  

Benfica envolvido em escândalo de corrupção na Roménia - A “fazer as coisas por outro lado” desde Salazar e para sempre!!!

image

De acordo com o "Pro Sport", o Benfica terá "comprado" a vitória por 2-0 frente ao Dinamo Bucareste a 1 de outubro de 1999.

O jornal desportivo romeno “Pro Sport” escreveu ontem um artigo de fundo sobre escândalos de corrupção do Dínamo Bucareste, e entre eles há um histórico triunfo do Benfica na Taça UEFA, ocorrido a 30 de setembro de 1999, e que terá sido consumado, segundo aquela publicação, de forma menos lícita.

Numa investigação feita pelo “Pro Sport”, o treinador do Dínamo na altura, Cornel Dinu, deixa no ar que a vitória das águias na primeira eliminatória da competição foi negociada pelo técnico encarnado Juup Heynckes. Segundo este depoimento, o treinador alemão do Benfica terá tido um encontro, no Hotel Crowne Plaza, horas antes da partida decisiva com o jogador romeno Valentin Nastase, que terá prejudicado voluntariamente o Dínamo Bucareste.

Depois de ter perdido de forma surpreendente no Estádio da Luz, por 1-0, num golo com culpas do guarda-redes Robert Enke, o Benfica conseguiu anular uma desvantagem fora de casa pela primeira vez nas provas europeias, tendo vencido na Roménia por 2-0, com golos de Maniche (24’) e Chano (71’). Um dos momentos apontados como “anormal” deste encontro nesta investigação levada a cabo pela publicação romena foi a expulsão de Nastase (tinha marcado em Lisboa), que num período de 10 minutos viu dois cartões amarelos e o correspondente vermelho, deixando o jogo outra vez em igualdade numérica, pois o lateral benfiquista Rojas havia sido expulso dois minutos antes.

No final da partida em Bucareste, Vale e Azevedo apresentou-se muito satisfeito com o apuramento das águias à imprensa portuguesa, revelando que estava com uma enorme confiança para esta eliminatória. “Foi um Benfica à Benfica, houve emoção e alegria. Antes do jogo falei com o treinador e ambos estávamos à espera de uma vitória”, comentou o então presidente do emblema lisboeta.

53588730_p

Veredicto deste Tribunal: CORRUPTOS!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Estou esclarecido…jornaleiro de merda! *

Este “jornalista” do jornal abola, de nome José Manuel Freitas, acabou de dizer que quer ver o Real Madrid ganhar a Champions este ano! É apenas a confirmação da linha editorial do jornaleco mal cheiroso lisboeta! Eu como Portista, estando o meu clube ainda na Champions, fico um bocadinho triste por esta gentalha!! Mas pronto…é este o país que temos!!!

*Sim, nós aqui no Tribunal do Futebol também somos “Charlie”, por isso podemos dizer tudo aquilo que nos apetece!!!! E não é um gordo de um jornal de merda que nos vai calar! Contra o Centralismo Marchar Marchar!!!!!

Parabéns Cristiano Ronaldo!!!

B7Kj08NIUAEAPO6

domingo, 11 de janeiro de 2015

E o andor continua...


"... estão acima da lei, fazem o querem e tudo continua serenamente sem serem punidos..."


Por isso eu digo: OBRIGADO AOS PORTISTAS QUE SE MANIFESTARAM DESTA FORMA NO DRAGÃO !!!!!! SEM MEDO!!!!!!!!!! REPITO: SEM MEDO!!!!!!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Especial Taça de Portugal - José Eduardo: "Parti a perna ao Jordão e ainda o insultei. Pensei que estava a fazer fita"

image

Ora aqui está uma prenda do Tribunal do Futebol. Um post dedicado a um grande Famalicense, presença assídua desde sempre aqui no Blog!

Esta é parte de uma entrevista a Zé Eduardo, José Eduardo, José dos Croquetes ou Zé das Bifanas! O parte pernas!!

Como é que começou?
Tarde, no Domingos Sávio. Depois joguei no Atlético, numa equipa óptima. Tínhamos todo aquele ambiente, os dérbis com o Belenenses, às vezes ganhávamos no Restelo e depois perdíamos na Tapadinha... aquilo era a Lisboa boémia, a vida de bairro que hoje passa ao lado de muita gente – não houve uma senhora que morreu e só a descobriram oito anos depois? Isto não é possível!

E Portimão?
Joguei com o pai do João Moutinho, o Nélson Moutinho. É terra de pescadores, quando lhes caímos no goto adoram-nos. Quando ia ao cais ofereciam-me peixe, até chegava a ter vergonha.

Já ganhava dinheiro?
Ganhava, mas se lhe disser quanto você ri-se. Quando estava no Atlético ganhava dez contos por mês, o que era uma fortuna! Tinha o meu carro, era independente, solteiro... ouça! Em Famalicão treinava e ia para as aulas do ISEF, no Porto – sempre pensei que ia ser treinador. Tinha a primeira aula (natação) e o sacana do professor, sabendo que jogava futebol, punha-me a fazer piscinas. Deixava-me num estado lastimável! Mas tinha algum dinheiro, andava de carro e dava boleias. No final da época os meus colegas fizeram um jantar para me agradecer as boleias. Eu era solidário, tinham pouco dinheiro e ia almoçar com eles na cantina. Sabe como são as cantinas! Passava uma fome! Parecia um pau, magro, mas andava lá com gosto!

Que equipa era essa no Famalicão?
Vítor Oliveira, Jaques e Tibi, que lá no Norte se dizia "Tivi". O primeiro guarda-redes – dizia ele com piada – que socava a bola com a mão direita e com a mão esquerda.

image

É nessa época, 78/79, que parte a perna ao Jordão. Como é que fez isso?
Quantas vezes é que já jogou à bola, quis dar uma cacetada num tipo e não conseguiu? E quantas vezes acabou por dar sem querer? Foi uma coisa incrível, tenho tudo gravado na cabeça. Pensei que o Jordão estava a fazer fita e ainda o insultei quando ele estava no chão. "Levanta-te meu maricas, meu pane..."; levanta-te lá, estás a fazer a ronha!" Depois gerou-se aquilo tudo: o treinador do Sporting saiu do banco, deu a volta ao campo e veio insultar-me, tinha o estádio todo contra mim...

Pois, o jogo era em Alvalade.
Foi do lado da bancada sul, antigo peão! O resto do jogo foi a equipa do Sporting a tirar de esforço comigo. Lembro-me do Keita, num canto, a ver se me pisava. No final do jogo os sócios assobiavam, faziam-se aos jornalistas. O falecido Neves de Sousa, que teve o azar de dizer que o lance lhe pareceu sem intenção, acabou por ver a cabine de rádio invadida. Tomei banho, tinha o meu pai à minha espera na porta 10 A, mas lá fora estava um ambiente de cortar à faca. Pego no meu pai, avanço e abrem-se alas... Oiça! Naquela altura bastava um tipo dar-me um toque e eu era linchado ali, bastava o clique! Quando chego à porta do autocarro, o treinador do Famalicão [Mário Imbelloni, um argentino que até treinou o Sporting em 1959/60 passou à minha frente e levou com uma pedra que lhe abriu a cabeça! Aquilo era para mim. Entrámos no autocarro e eu, armado em campeão, sentei-me no lugar do guia. Campeão do mundo! Chegamos à churrasqueira [do Campo Grande] e o autocarro parou, com polícia atrás e à frente, veio um velhote com um miúdo (depois vim a saber que era o avô e o neto) e bateu na porta do autocarro. Disse ao motorista para abrir, porque o senhor queria falar – eu é que estava a dirigir aquela orquestra toda! – e a polícia de choque dá-lhe com o cassetete nas costas. O homem cai de joelhos e diz: "Eu sou de Famalicão, só queria apoiar a equipa!" E o miúdo a chorar! Arrancámos, pedrada de malta que estava atrás das árvores e eu ali à frente. No dia a seguir estava doente, não me conseguia mexer com os nervos. Aguento muito bem o stresse, mas isso paga-se mais tarde, no dia a seguir.

O pior é que se tornou colega do Jordão!
Meses depois era jogador do Sporting. Na noite da lesão do Jordão cheguei a casa e disse à minha mulher: Sporting acabou-se, agora só Benfica ou FC Porto. Era sportinguista mas tinha as portas fechadas, de Rio Maior para cima era um tipo fantástico, daí para baixo era um bandido. Bom, hoje o Jordão é um dos meus irmãos. Quando cheguei, nos primeiros treinos estávamos sempre lado e éramos fotografados juntos. O Jordão era um senhor e é um grande amigo.

Amigo Mitico, espero que tenhas gostado deste especial Taça de Portugal!!!