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quarta-feira, 13 de junho de 2007

LUZES DE UM DRAGÃO!!!!!



Foi apresentado, no Salão Nobre da Alfândega do Porto, o livro «Luzes e sombras de um dragão, a biografia não oficial, mas autorizada, de Pinto da Costa. Na cerimónia esteve quase toda a gente, menos o próprio presidente do F.C. Porto. «Ele mandou dizer que não pode vir porque está a preparar uma tramóia que vai dar uma grande bronca», transmitiu a autoria Felícia Cabrita.
A apresentação do livro continuou, com a palavra a pertencer a Manuel Tavares (director do jornal O Jogo convidado para fazer a apresentação) e às autoras Ana Sofia Fonseca e Felícia Cabrita.
Esta última contou um bocadinho dos bastidores do trabalho que deu origem ao livro, referindo que tudo começou «com um telefonema a Pinto da Costa» que irritou o presidente. «Começou logo a perguntar como tinha arranjado o número e mostrou-se pouco disponível».
Mesmo assim ficou apalavrada uma conversa e a partir daí avançou-se para o trabalho, primeiro publicado no semanário Sol e depois transportado para livro.

«No início toda a gente me dizia para não o fazer, que me ia meter com gente perigosa e mafiosa.

Eu respondia-lhes que toda a minha vida lidara com mafiosos e eles retorquiam que aqui era diferente. No Porto mata-se, diziam-me.

Não percebi nada disso.

O que percebi foi que Pinto da Costa é um cavalheiro».

domingo, 10 de junho de 2007

Imitações


LUÍS FILIPE VIEIRA CRITICA RIVAIS

Luís Filipe Vieira colocou acima de tudo a “credibilidade” e a “estabilidade” que já está a produzir resultados positivos e que irá permitir “alguns investimentos no futuro”. “Não imitamos ninguém, agora há outros clubes que nos imitam até no mercado chinês”, lembrou o presidente do Benfica na visita a Barcelos

Ora vejamos as imitações por parte do porto no dia de hoje (domingo)...

O FC Porto goleou o Benfica por 6-0 e está apenas a um ponto de se sagrar campeão nacional. Os dragões continuam a demostrar o seu domínio e, na próxima e última jornada deslocam-se ao terreno do Sporting, que hoje empatou (1-1) na visita ao Boavista.
Classificação:

1. FC Porto, 10 pontos
2. Sporting, 8
3. Boavista, 6
4. Benfica, 2

O FC Porto sagrou-se esta tarde campeão nacional de juniores ao receber e bater no Olival o Benfica por 1-0.

Com Pinto da Costa nas bancadas, bastou aos portistas o golo de Tiago Silva (entrou aos 74 minutos para o lugar de Fredson e foi expulso por acumulação dois minutos após o golo que valeu o título), a responder bem a um cruzamento de Ukra da direita.

Classificação:

1. FC Porto, 12 pontos (campeão)
2. Sporting, 8
3. Benfica, 7
4. Boavista, 1


Se esse palhaço quiser, eu posso dizer-lhe bem alto o que o clube dele ganhou....

ZERO TiTULOS!!!

Se leres isto entende de uma vez por todas que imitar o vosso clube nunca...rir-me dele e de ti Sempre!!!!

Se o povo de Barcelos acredita em ti?? de certeza, eles acreditam na historia do galo!!!



segunda-feira, 4 de junho de 2007

BI CAMPEÕES!!!!



O professor Jesualdo Ferreira que é campeão nacional é muito diferente do professor Jesualdo Ferreira que não era?

Não, absolutamente nada. Não havia nenhuma razão para ser diferente. Em absoluto. Nem encontro motivos para poder ser diferente.

O título não mudou nada? Não sente que acrescentou finalmente o que faltava à sua carreira?
Não sei se faltava alguma coisa na minha carreira. Sei que este título permitiu-me alcançar alguma coisa que não tinha conseguido nunca antes. Quer queiramos, quer não, para a avaliação das pessoas, especialmente em futebol, os títulos são fundamentais. Quem não ganha não é reconhecido e, às vezes, mesmo ganhando também não. É mais um elemento que junto ao meu trabalho e à minha carreira que é longa, diversificada, nem sempre numa linha de continuidade que todos gostaríamos e poucas pessoas se podem gabar disso. Mas do ponto de vista pessoal não mudou absolutamente nada.

O professor, nos últimos tempos, não parece uma pessoa feliz. Sente-se injustiçado com as criticas? Está zangado com o futebol?
Zangado, nem por isso. Se me perguntar se estou eufórico, não estou. Estou satisfeito, mas não estou feliz. É um risco do meu temperamento. Também quando me viram perder nunca me viram no buraco, nem deprimido. Não me sinto feliz porque acho que ficou muita coisa por fazer. A dada altura tivemos tudo na mão para fazer muito melhor do que fizemos. Aliás, algumas criticas considero justas. Aceito-as perfeitamente. São justas pelo que as pessoas vêem, mas que não o sejam na causa, que lhes escapa. Depois, há outras críticas com as quais perco pouco tempo, que são de ataque pessoal e de estratégia montada. Aquelas que fizeram ao FC Porto na pessoa do treinador, ao balneário, tentativas para levar até ao fim truques para o FC Porto não ser campeão. Deu-me raiva não conseguir prolongar aquele estado de superioridade evidente.

Vem sendo noticiadas possíveis alterações na equipa técnica, nomeadamente a saída de Carlos Azenha...
A equipa técnica trabalhou toda a época com fantasmas. Alguma imprensa, jornalistas e jornal foi montando as coisas e ficou uma coisa de fora, a peça do Carlos Azenha. Isso do Azenha devia ter entrada muito antes. Só se foi para prejudicar o jogo com o Leixões.

Depreendo que não estão previstas alterações
Neste momento não. Se o quadro se mantiver como está neste momento, não há razão para mudanças.

Uma semana depois de ser campeão foi questionado publicamente se continuaria no FC Porto.
Quando me perguntaram isso não respondi e fui embora. Essa pergunta até tem lógica perante o que foi sendo publicado na imprensa. tem lógica. Agora, era o que faltava eu andar com as mãos no ar a dizer que era mentira.

Apito Dourado
O apito dourado não mexeu com a liderança, é que o FC Porto foi campeão mesmo sem apitos dourados. É estranho entregar o apito dourado ao Norte e ao FC Porto, mais ninguém está envolvido? A conotação com o FC Porto e o Boavista é uma forma de alterar o circuito. É essa a estratégia e deixaram a equipa entregue ao treinador e às suas competências e aos jogadores, portanto, o apito dourado não teve consequências e o FC Porto foi campeão e isto custa até para o próprio processo. O FC Porto ganhou o campeonato em pleno julgamento do apito dourado, o que deu um gozo muito grande ao presidente. Custa o FC porto ganhar, entendo agora porque é que custa. Era perceptível quando estava fora porque ganhava o FC Porto e não era por causa do apito dourado, era porque era melhor.

Na entrevista à SIC a sua opinião sobre os adeptos do Benfica criou alguma celeuma. Acho que isso poderá afastá-lo da imagem que criou no Benfica?
Eu percebo onde quer chegar. Magoa-me um bocadinho que tentem servir-se do meu passado como treinador para fazer uma colagem ao Benfica pela negativa. Custa-me, não gosto. Posso entender que as pessoas se refiram a isso, já não aceito muito bem que constituam uma linha de comportamento por ter sido treinador do Benfica, como se a minha vida tenha de ficar para sempre ligada onde trabalhei, onde cumpri o meu contrato, fiz as minhas obrigações. Sei que farão a mesma coisa quando um dia sair do FC Porto. São situações que me criam alguma mágoa enquanto treinador do FC Porto, clube onde tenho um enorme prazer em estar. Acho que ficou claro a minha satisfação por ter chegado aqui. Não sou uma pessoa de fazer grandes cenas, acho que sou, nessas situações, uma pessoa clara, aberta. Sou puro.



domingo, 27 de maio de 2007

OBRIGADO VITOR!!!!!!!



Vítor Manuel Martins Baía

Nascido no concelho de Vila Nova de Gaia, Baía começou a jogar futebol no Académico de Leça. Aos treze anos mudou-se para o FC Porto, onde passou a maior parte da sua carreira. Aos dezanove anos foi pela primeira vez chamado à equipa principal por Artur Jorge (treinador português que conquistou a Taça dos Campeões Europeus de Clubes em 1987, com o FC Porto) num jogo contra o Vitória de Guimarães em Setembro de 1989 e não mais perdeu o lugar.

Chegou à baliza da selecção portuguesa com 21 anos. Estreou-se no dia 19 de Dezembro de 1990, num jogo frente aos Estados Unidos, iniciando aí uma década em que a camisola nº1 de Portugal lhe pertenceu quase em exclusivo.

Esteve presente com a selecção portuguesa no campeonato europeu de 1996, em Inglaterra, após o qual se transferiu para o FC Barcelona, de Espanha, transformando-se no mais caro guarda-redes do mundo.

Depois de uma boa primeira época ao serviço do clube espanhol, Vítor Baía sofreu uma lesão, em Agosto de 1997, e o técnico holandês Louis Van Gaal retirou-o da primeira equipa, preferindo o seu compatriota Ruud Hesp. Em Janeiro de 1999, após vários meses sem jogar no Barcelona, Baía, ainda como jogador do Barcelona, regressou ao FC Porto para relançar a sua carreira.

Em 2000 integrou a equipa da seleccção nacional para o Campeonato Europeu de Futebol onde esteve em bom plano ao defender uma grande penalidade nos quartos-de-final de Arif da selecção da Turquia, mas não tendo hipóteses na grande penalidade apontada por Zinedine Zidane que iria eliminar Portugal nas meias-finais.

No ano seguinte, uma lesão no joelho afastou-o dos relvados durante praticamente uma época, o que levou a que muitas pessoas pensassem que iria acabar a carreira.

Contudo, Baía voltou ao seu melhor, recuperando a tempo de representar Portugal no Campeonato do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão. Nessa competição, Baía foi titular e injustamente criticado por um país que não conseguiu separar as águas entre clubes e Selecção Nacional.

Todavia, ao serviço do FC Porto, manteve sempre a titularidade, excepto num pequeno período em que se desentendeu com José Mourinho.

Em 2003, Vítor Baía foi o guarda-redes titular do FC Porto na final da Taça UEFA, em Sevilha (Espanha), que a equipa portuguesa venceu por 3-2, após prolongamento ao Celtic de Glasgow e no ano seguinte foi também titular na final da Liga dos Campeões, em Gelsenkirchen (Alemanha), em que o FC Porto ganhou 3-0 ao AS Monaco, tendo mesmo sido considerado o melhor guarda-redes europeu de 2004, pela UEFA.



Esmagado sob o peso dos companheiros. Foi assim que Vítor Baía acabou o último treino da carreira no FC Porto. Esmagado sob o peso do carinho dos companheiros, a festejar exuberantemente um dos dois golos que marcou na peladinha que preencheu a maior parte do último treino da temporada dos portistas.

Foi um treino especial. Por ser o último da temporada para a maior parte do plantel, por ser muito provavelmente o último da carreira para Baía. Por tudo e mais alguma coisa, até por ter começado com um ligeiro atraso, justificado pela necessidade de apoiar os miúdos dos iniciados que jogavam ali ao lado, com o Boavista. Invertendo a lógica habitual, foram as estrelas a vibrar com as habilidades dos miúdos que se deram bem com a atenção extra - e com algumas indicações dos mais velhos - e ganharam o jogo. O treino propriamente dito, tal como o da véspera, ficou marcado pela boa disposição própria dos campeões em vésperas de férias grandes. Houve sorrisos alargados até à gargalhada durante os meiinhos que se estenderam à peladinha e à surpresa de ver Bosingwa e Raul Meireles calcarem luvas de guarda-redes e tomarem conta das balizas. E boa conta, sublinhe-se, com um par de excelentes defesas que desmentem a tal urgência de encontrar um substituto para Baía até porque, pelos vistos, há soluções insuspeitadas no plantel.

Baía, por seu lado, passou o treino ao ataque. Solto na frente, foi o goleador de serviço da equipa que dispensou coletes, um verdadeiro pesadelo para os guarda-redes e um desassossego para os defesas. Marcou dois golos com a facilidade de quem conhece todos os recursos dos guardiões e festejou-os com a exuberância de um miúdo. Abraçou os companheiros e foi soterrado numa montanha de carinho, num abraço colectivo que podia ser confundido com um adeus, mas que teve todo o ar de ser muito mais um...



ATÉ JÁ VITOR!!!

PS: Este foi o post que mais me custou fazer até hoje...

segunda-feira, 21 de maio de 2007

CAMPEÕES CAMPEÕES NÓS SOMOS CAMPEÕES!!!!!!!




As melhoras para todos

Chegou-me agora aos ouvidos que o kompensan já esgotou, portanto deixo aqui uma alternativa...ou várias, porque parece que isto tá muito concorrido...





quarta-feira, 16 de maio de 2007

Trocas e Baldrocas



A história começou com uma hipotética troca entre Carlos Martins e Bruno Moraes (que teria pernas para andar caso o brasileiro não tivesse o trauma “mantorras”, com nova lesão no joelho… agora só se o Sporting estiver interessado em abrir uma secção de matrecos!) e com a mais que óbvia intenção de PC em “gamar” mais um jogador ao Benfica (está dificil saber onde ele obtem mais prazer, se entre putas ou se nestes negócios…), no caso o anão comilão, aka Miccoli!

Estive a pensar, com a epoca futebolistica no seu fim, quais seriam os jogadores interessantes para cada equipa, vindo dos seus rivais. Trocas entre João Alves e Alan ou entre Marco Ferreira e Ricardo Costa ninguém no seu perfeito juizo estará interessado em fazer, por muito prazer que cada clube teria em despachar os mongas em questão. Tentando fazer um exercício minimamente fundamento e com alguma dose de bom senso, aqui ficam as minhas escolhas e razões para as mesmas. E só vou fazer referência a jogadores para entrar, de caras, num provável 11 titular.

Começando pelo Sporting. Tem um quintento defensivo (GR incluído) de nível, e os 15 golos sofridos (incluindo o da mão de Ronny e os 3 do Buba, o mesmo jogador que em toda a carreira não tinha nem 3 golos marcados…) atestam a competência desse sector. Sendo assim não trocava só por trocar, quero com isto dizer que não entrava na moda Pepe, para mim Polga e Caneira completam-se a roçar a perfeição. Tello é para mim o melhor defeso esquerdo do futebol português, e aqui quero dar a mão à palmatória por todos os impropérios que lhe dirigi nestes 5 anos, e reconhecer mérito ao Picareto Kid, que sempre desejou uma troca entre Tello e um jogador do FCP. Para mim a única entrada na defensiva leonina seria no lado direito da defesa, onde Bosingwa se tem revelado como um jogador de enorme potencial, ele que é trinco de formação! Entre Abel e Bosingwa nem hesitava, e nem me falem em Nelson (Benfica) porque o miudo pura e simplesmente não sabe defender! No meio campo, tudo dependeria se a estratégia montada fosse 4-4-2 em losango ou 4-3-3, ou seja, com extremos. Se a táctica de Paulo Bento fosse para manter, então dispensaria a utilização de Quaresma e Simão no Sporting, jogadores que murcham se não jogarem bem colados na linha. Quero com isto dizer que manteria Miguel Veloso e Moutinho de caras, trocaria naturalmente Romagnoli a numero 10 por Andersson e a posição de Nani seria a grande incógnita. Não sei como reagiriam Simao e/ou Quaresma na posição destinada a Nani, e é visivel as melhorias do caçula leonino, pecando somente na finalização. É uma opinião deveras clubista mas não o trocaria pelos dois craques. No ataque Liedson é intocável e para seu parceiro o óbvio poderia ser Miccoli mas creio que seriam dois jogadores com características muito semelhantes, embora não fizesse mal a Miccoli aprender a lutar e a dar 100% em cada jogo como faz Liedson. Sendo assim acho que teria de arranjar um ponta de lança corpurento e fixo, e não o vejo nos meus rivais, tirando talvez o Adriano. Mas custa-me tirar Djaló e meter Adriano, apesar de, em teoria, ser um ataque mais eficaz.

O meu Sporting, se pudesse surrupiar os meus adversários à vontade, seria então o seguinte, numa táctica à Paulo Bento (e refiro-me apenas a uma equipa titular, caso contrário obviamente que teria muitos outros jogadores interessantes, não sou ceguinho para não o reconhecer!): Ricardo, Bosingwa, Polga, Caneira e Tello; Miguel Veloso, João Moutinho, Nani e Andersson; Liedson e Adriano.

Se fosse usando a minha táctica preferida, 4-3-3, aqui fica a minha equipa: Ricardo, Bosingwa, Polga, Caneira e Tello; Miguel Veloso, João Moutinho e Anderson; Quaresma, Simão e Liedson.

Fica lançado o desafio. Como podem ver, por mim, não usaria mais de 3 ou 4 jogadores diferentes, consoante a táctica. Mas, se pudesse escolher apenas um, neste momento, não tenho dúvidas: Bosingwa! O lado direito da defesa leonina é o calcanhar de Aquiles da equipa, quer a atacar quer a defender. Não me falem em Andersson’s, Quaresma’s, Lucho’s, ou Simões, uma equipa vale pelo seu conjunto e pela sua força como conjunto, e embora a equipa leonina estar longe da perfeição, no limite, apenas desejaria Bosingwa.

Para acabar deixo uma opinião sobre que jogadores fazem falta a Benfica e Porto, tentando usar os mesmos critérios anteriores, relembrando aqui que rodeado de craques qualquer tamanco até aprende a jogar melhor, vide o caso Secretário no Real Madrid. Quer dizer, nem assim, mas voltando ao assunto, o que quis dizer é trocar o minimo possível para não perder a identidade de cada equipa. Sendo assim, no caso do Benfica de Santos, ou seja, em 4-4-2 em lonsango, creio que ficaria melhor se jogasse com: Quim, Bosingwa, Luisão, Pepe e Leo; Petit, João Moutinho, Simão e Anderson, Miccoli e Adriano. Se fosse em 4-3-3 trocaria Adriano por Quaresma. Quanto ao FC Porto, e como joga habitualmente em 4-3-3, aqui ficam as minhas escolhas: Helton, Bosingwa, Pepe, Polga e Tello; Paulo Assunção, Lucho e Anderson, Quaresma, Simão e Liedson.


PS:

Se apenas fosse concedido um jogador, na minha opinião as escolhas seriam: Bosingwa (Sporting), Pepe (Benfica), Liedson (FC Porto). Ponham lá de lado o clubismo e confessem lá quem gostariam de ver fortalecer as vossas equipas. E o super portista Picareto, por muito que lhe custe, lá terá de falar em Tello!

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Crónica de um Triste Campeão


Durante aproximadamente 60 minutos houve justiça poética no campeonato português, com a mesma equipa que, marcando um golo com a mão, retira o campeonato à melhor equipa, a ganhar o jogo na Mata Real. E, se o mesmo aldrabão do jogo do titulo de 2005, Paulo Paraty de seu nome, não fosse o maior anti sportinguista deste País, muito provavelmente o Paços de Ferreira chegaria aos 21 minutos não a ganhar por 1 mas sim por 2, já que o penalti de Paulo Assunção é tão evidente que é de bradar aos céus tamanha incompetência. Com a agravante de, no seguimento desse lance, Lucho Gonzalez ter rematado ao poste! É isto o sistema meus senhores, quando uma equipa que anda a arrastar-se (que pena não serem 34 jornadas...) há semanas, mantem-se na liderança por obra e graça, não da Senhora de Fátima, mas à conta destes sujeitos de negro. Até quando?

Fica a esperança para todos os sportinguistas num futuro melhor, sabendo que a Dona Morgado anda atenta, sabendo que os Paraty's deste País caminham para a reforma, sabendo inclusivé que nenhum badameco desse partido dos charrados que vetam negócios legitimos ao clube de Alvalade nunca chegarão ao poder e nunca deixarão de ser uns bardinos que merecem é muita porradinha na moleirinha (bendita Guarda Civil Espanhola)! Fica a consciência tranquila de todos os sportinguistas que nos dois jogos contra o fêcêpê mostrou total e inequivoca superioridade. A imagem de Raul Meireles traduz bem o alivio portista, safando-se com um golo marcado às 3 tabelas e de canela...

sábado, 12 de maio de 2007

quarta-feira, 9 de maio de 2007

O Circo Chegou à Cidade

"Estou muito curioso de ver a lista que Pinto da Costa vai apresentar para o acompanhar em mais um mandato. Quero ver se, ao arrepio de todo o bom senso, despede os competentes e sérios e mantém os responsáveis pelo descalabro financeiro do clube, e não só. Para já, despediu o presidente do Conselho Fiscal, Domingos Matos, há 23 anos no FC Porto, com o pretexto absurdo de que ele é administrador da Cofina e a Cofina é dona do Record e do Correio da Manhã, jornais que dizem muito mal do presidente do FC Porto (só no mundo democrático do Dr. Jardim, da Madeira, é que a função de um administrador de imprensa é controlar as notícias que os jornais trazem). Desconfio que a verdadeira razão esteve algures, conforme a escolha de um homem de absoluta lealdade e sem vocação para fazer ondas, como Adolfo Roque, para substituir Domingos Matos, parece indiciar. Quando a gestão financeira não é transparente, convém que o presidente do Conselho Fiscal seja compreensivo.

Também o episódio do Conselho Superior é elucidativo. Formou-se uma lista, que convidou Pôncio Monteiro para presidente e ele aceitou. Mas esqueceu-se de dizer a Pinto da Costa quem compunha o resto da lista, e lá dentro estavam alguns que têm levantado estas perturbantes questões sobre a gestão financeira da SAD em reuniões do Conselho Superior. Vai daí, Pinto da Costa promoveu a constituição de uma nova lista, com o pormenor delicioso (e que eu nem imaginava que os estatutos permitissem) de ser também encabeçada por Pôncio Monteiro – que assim consegue a proeza de concorrer contra si próprio! Imperturbável, o Dr. Pôncio já tratou de esclarecer que toda a gente sabe que deve votar na lista da situação, que é presidida por si, contra a lista da oposição… que também é presidida por si!

A avaliar por estes dois casos, temo o pior.
" MST em ABOLA (1 Maio 2007)






Também eu estou curioso para ver o que vai dar esta encenação para manter os patifes a vigarizar com total libertinagem e sem dar cavaco a ninguém. Naturalmente que, ao contrário do MST, não temo o pior, sei bem que o pior surgirá no dia em que o Capone cair de podre da cadeira (já faltou mais…), mas até lá é cómico verificar como um clube que deveria ter saude financeira (não sei como possui um passivo na ordem do do Sporting quando possui tantos titulos e tantas participações na liga milionária…) conseguir aguentar toda a corja no poder sem contestação! Muito orgulho sentem os portistas quando falam em Fátima, Fado e Futebol, menosprezando esses simbolos do Salazarismo, dando a entender que tudo melhorou após o 25 Abril, e no entanto nada sabem do que se passa na sua casa, uma vez que PC os alimenta a titulos, grande parte deles trafulhados, o que os deixa caladinhos, qual fadinho para calar os tolos e os desprevenidos. Grande tombo se anuncia, tem razão em temer o pior o caro MST. E a luta pelo poder que se anuncia, pelos cobardes que não têm coragem para mostrar a sua opinião e indignação actualmente (salvo raras excepções, como MST), será titânica e sem pudor, como se comprova com estas duas listas de treta. Aguardemos.


PS: Humor de fim d'época...


segunda-feira, 7 de maio de 2007